Se você tem entre 35 e 60 anos e está com uns quilinhos a mais, fique atento. Segundo um trabalho recém-concluído pela Associação Americana de Neurologia, pessoas na meia idade com IMC acima de 25 apresentam um maior risco de desenvolver algum tipo de demência quando ficam mais velhas. No estudo, cerca de 8 500 irmãos gêmeos foram pesados quando estavam na meia idade e, trinta anos depois, submetidos a uma avaliação neurológica. Entre os que foram diagnosticados com doença de Alzheimer e demência vascular — aquela causada pelo entupimento de vários vasinhos no cérebro —, 39% possuíam sobrepeso e 7% eram obesos por volta dos 35 anos. Essa incidência foi 80% maior em relação às pessoas com IMC abaixo de 25.
24 de nov. de 2011
Fibras ajudam a emagrecer
Elas estão ocultas na consistência crocante de uma cenoura e no sabor levemente adocicado de uma maçã. Na soja e na lentilha, aparecem aos montes. E ainda emprestam suas qualidades ao arroz integral, à aveia, à linhaça e às folhas. Diferentemente de micronutrientes como a vitamina C, que dá aos alimentos um toque cítrico, as fibras não alteram o sabor da comida — interferem muito mais na textura.
Você certamente já ouviu falar dos seus benefícios, especialmente para o bom funcionamento do intestino. Agora a ciência acaba de revelar outro megafavor que as fibras prestam à nossa saúde: ajudam a esvaziar pneus do abdômen. "Quanto maior o consumo de fibras, menor o acúmulo de gordura visceral, que fica entre o intestino e outros órgãos abdominais", garante Jaimie Davis, professora do Departamento de Medicina Preventiva na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. A constatação vem de um estudo que ela acaba de apresentar na China, no I Congresso Internacional de Obesidade Abdominal.
21 de nov. de 2011
Homeopatia: cada pessoa é única
A Medicina Homeopática é uma especialidade médica, fundada no século XVIII por um médico alemão chamado Samuel Christian Hahnemann. Decepcionado com a medicina praticada em sua época, que matava frequentemente pela violência de seus métodos de tratamento(principalmente a sangria),Hahnemann começou a pesquisar a ação de várias substâncias baseadas no princípio da similitude. Este princípio, mencionado pela primeira vez na Grécia antiga por Hipócrates, o pai da medicina moderna, diz que o semelhante pode curar o semelhante. Assim, Hahnemann começou a experimentar em si mesmo, em familiares, amigos e discípulos que se apresentaram como voluntários, substâncias diferentes, uma por vez, durante um período de tempo. Cada experimentador anotava todas as mudanças que percebia em seus hábitos de vida, em sua saúde física e em seus pensamentos e sentimentos. Depois ele coletava e organizava esses sintomas que tal substância causava e a essa coleção de sintomas de cada remédio ele chamou "patogenesia" (produção de doença). Com essas experimentações, ele definiu o que cada substância pode causar nos indivíduos saudáveis e,partindo do princípio da similitude, estas substâncias foram usadas em pessoas doentes que presentaram tais sintomas, resultando na sua cura. Assim começou a Homeopatia.
Logo, diversas escolas médicas na Europa e na América começaram a ensinar a Homeopatia para os médicos interessados nesta nova forma de curar e perceber o paciente, o que proporcionou um grande crescimento desta especialidade médica. No Brasil, a Homeopatia está presente desde o século XIX, tendo sido aqui introduzida por Benoit Mure, um médico francês que fora discípulo de Hahnemann. A data em que ele chegou ao Brasil, 21 de novembro é considerada por aqui como o Dia da Homeopatia. Reconhecida como especialidade médica em 1980, vem sendo praticada por milhares de médicos dispersos pelo país.
Doença física ou psíquica
Para qualquer médico, a raiz do seu trabalho está em obter um diagnóstico da doença que tira a paz de seu paciente.Para um médico homeopata, soma-se ao diagnóstico da doença o diagnóstico do medicamento que será escolhido para tratá-lo, já que cada remédio apresenta uma imagem formada pelos sintomas apresentados pelos experimentadores. Para este diagnóstico do remédio, o médico homeopata precisa conhecer bem as doenças e os remédios,já que ele vai buscar aquilo que é específico daquele paciente para tratar - e que vai se manifestar por meio de sintomas raros, estranhos e peculiares. Estes sintomas são causados como uma resposta específica do paciente à ação da doença, seja ela física ou psíquica.
Por exemplo: num paciente que apresenta infecção de garganta, a dor de garganta e a febre são sintomas próprios da doença. Mas se um determinado paciente apresentar, além destes sintomas comuns, uma melhora da dor de garganta bebendo água gelada, isto será raro, estranho e peculiar. Por isso, poderá ser um ótimo guia para o médico encontrar o remédio homeopático mais apropriado para aquele paciente sofrendo daquela doença. É pela habilidade em diagnosticar a doença e como o doente reage a ela, que o médico homeopata pode oferecer um tratamento personalizado a cada paciente, afinal cada pessoa é única!
Mitos e verdades sobre a Homeopatia
Mito: a Homeopatia só funciona para casos leves e psicossomáticos. Verdade: a Homeopatia resolve casos de doenças agudas, como infecções, por exemplo, de forma tão rápida quanto o tratamento alopático.
Mito: a Homeopatia é lenta. Verdade: em casos agudos, o tratamento homeopático é tão rápido quanto o convencional. Apenas em casos crônicos, de longa duração, há lentidão, já que o tratamento homeopático evita suprimir as doenças, mas sim promover a reação adequada do próprio organismo para a cura eficaz e segura.
Mito: quem toma remédios homeopáticos não pode misturar com alopatia (medicina tradicional), sob risco dos dois tratamentos perderem o efeito. Verdade: o paciente pode tomar com segurança os dois tipos de medicamentos. Só é necessário ter atenção quando se faz uso de corticóides, porque deprimem a reação natural do organismo, atuando de forma bem contrária ao que se espera do tratamento homeopático.
Mito: se bem não faz, mal também não faz. Verdade: um remédio homeopático tomado de forma incorreta pode provocar sintomas. Por isso, automedicar-se com homeopatia é tão arriscado quanto com alopatia. Remédios devem ser prescritos por médicos após avaliação criteriosa de seu quadro clínico.
FONTE: http://entretenimento.br.msn.com
Alergia
O que é alergia
Uma alergia pode se referir a vários tipos de reações imunológicas, incluindo hipersensibilidade tipo I na qual o corpo da pessoa é hipersensível e desenvolve anticorpos para proteínas típicas.
Quando uma pessoa é hipersensível essas substâncias são conhecidas como alérgenos. A hipersensibilidade tipo I é caracterizada pela ativação excessiva das células mastócitas e basófilas pela imunoglobulina E, ocasionando em uma resposta inflamatória sistêmica que pode resultar desde sintomas benignos, como nariz escorrendo, até choque anafilático que pode requer tratamento por toda a vida e levar à morte. Febre do feno é um exemplo de tipo de alergia comum de menor gravidade. Grande parte da população sofre de sintomas da febre do feno em resposta ao pólen.
Sinais e sintomas das alergias
Alergia é caracterizada pela resposta inflamatória local ou sistêmica ao alérgenos. Sintomas locais são:
* Nariz: inchaço da mucosa nasal (rinite alérgica).
* Olhos: vermelhidão e coceira da conjuntiva (conjuntivite alérgica).
* Via aéreas: broncoconstrição, respiração difícil e dispnéia, algumas vezes ataques de asma.
* Pele: várias erupções como eczema, urticária e dermatite de contato.
A resposta alérgica sistêmica também é chamada de anafilaxia. Dependendo da severidade, ela pode causar reações cutâneas, broncoconstrição, edema, hipotensão, coma e até morte.
Tratamento da alergia
Provavelmente o fator mais importante na reabilitação de alguém com alergia é remover a fonte dos alérgenos do ambiente de casa e evitar lugares onde o contato com alérgenos é provável.
Tipos de alergias e alérgenos mais comuns
Além das proteínas alheias encontradas em transfusões de sangue e vacinas, os alérgenos mais comuns e seus tipos de alergia incluem:
* Polens de plantas - Febre do feno.
* Esporos de mofo.
* Drogas : penicilinas, sulfonamidas, anestésicos, salicilatos.
* Alimentos - Alergia alimentar : nozes, frutos do mar, gergelim, clara de ovo, alguns legumes, soja, leite, trigo, milho ou maizena.
* Picada de inseto.
* Pêlos de animais.
Água previne pedra nos rins
As abomináveis crises de cálculo renal respondem por cerca de 300 atendimentos por dia nos pronto-socorros de Belo Horizonte, conforme o urologista do Hospital Felício Rocho, Francisco Guerra. Considerada pela medicina como a mais lancinante das dores, ficando na frente do enfarte e da dor do parto, a incidência da cólica renal é mais freqüente no Verão, observa o médico. O médico explica que, nesta época, há um aumento natural da sudorese, provocando maior concentração de urina, conseqüentemente, um depósito elevado de sedimentos nos rins e a formação da litíase, popularmente chamada de pedra nos rins. O problema atinge 7% da população brasileira e a proporção é de três homens para cada mulher, principalmente entre os 20 e 50 anos.
Os cálculos renais podem ser prevenidos com a ingestão média de dois litros de líquido por dia, sendo metade água. O indivíduo que forma um cálculo uma vez na vida tem 50% de reincidir. "Isso acontece porque a pessoa não corrige os hábitos que levaram à formação do problema", observa.
Diversas são as causas da doença, mas a baixa ingestão de ácido cítrico, encontrado em frutas cítricas, é considerado o principal motivo. Também o consumo exagerado ou deficiente de cálcio pode desencadear a formação de cálculo renal. Além disso, a elevação do ácido úrico na urina; cirurgias extensas sobre o intestino alterando a absorção e excreção de determinados alimentos; infecção por determinados germes e hereditariedade podem ser causadores de sofrimento para muita gente. Indivíduos de cor branca desenvolvem mais o problema do que os de outras raças, embora não haja estudos que demonstrem o motivo.
A combinação de cerveja com churrasco, para quem tem pedra nos rins, pode ser sinônimo de tortura. Isso porque a bebida promove maior necessidade de urinar. Com isso, explica o médico, a pelve renal e o ureter terão mais espasmos e, conseqüentemente, mais dor. Alimentos com mais sal, como as saborosas carnes dos churrascos, requerem maior ingestão de líquido e, portanto, aumento da diurese. "O sal também está relacionado com alterações metabólicas renais, podendo ser fator de interação com outros alimentos, propiciando a formação de cálculos", explica.
O urologista afirma, entretanto, que não há necessidade de o paciente apresentar dor ou algum sintoma para haver o diagnóstico de litíase e conseqüente complicação. Os sinais estão relacionados ao tamanho e localização do cálculo. Francisco Guerra explica que, se o cálculo estiver situado no rim, o mais comum é a pessoa não sentir dor, mas pode haver perda de sangue na urina e infecção no trato urinário. Já se a pedra estiver localizada na pelve renal e ureter, o paciente geralmente apresenta dor lombar, semelhante à uma cólica.
Mas se a pedra estiver no ureter médio para baixo ou mesmo próximo à bexiga, a dor pode ser abdominal e provocar sintomas urinários, simulando quadro de infecção. A pessoa vai urinar várias vezes em pequenas quantidades (com dor ou não), ter sensação de querer urinar várias vezes e de esvaziamento incompleto da bexiga, além da sensação de querer evacuar. Há irradiação da dor, conforme o urologista, para a região da genitália (vagina ou escroto) ou parte interna da coxa.
O médico explica que o sangue na urina acontece pelo traumatismo que o cálculo gera na via excretora. "A dor se explica devido à contração do ureter, no intuito de fazer a progressão da urina chegar ate a bexiga e na tentativa de eliminar o cálculo".
FONTE: http://saude.terra.com.br
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