Pode colocar a sua música predileta para tocar e mexer o corpo a valer. “A dança é um ótimo método para entrar em contato com as nossas emoções, tanto as positivas como as negativas”, explica Gabriela Duarte, fisioterapeuta e terapeuta corporal, que ensina dançaterapia no Rio de Janeiro (RJ). “A técnica, feita em grupo e orientada por um professor, é baseada em exercícios de respiração, rítmo e postura. Os movimentos ajudam a relaxar, favorecem o autoconhecimento e acabam com a timidez”, completa Gabriela.
14 de set. de 2011
O que é o Colesterol?
Quimicamente, o colesterol é definido como um álcool orgânico, com propriedades semelhantes às gorduras. Ele é uma substância sólida que está presente em todas as nossas células e, apesar da fama de vilão da boa saúde, também é essencial para o ser humano, sendo responsável pela síntese dos hormônios sexuais, da vitamina D (fundamental para a formação dos ossos) e dos ácidos biliares (líquidos que ajudam no processo de digestão).
A maior parte do colesterol que circula no nosso corpo, cerca de 75%, é produzida pelo fígado, mas uma boa parcela vem da alimentação, já que o colesterol está presente nas gorduras animais. Por isso não é bom exagerar no consumo de ovos, carne vermelha e leite, por exemplo. Manter uma dieta equilibrada não é fácil. Os especialistas recomendam a ingestão de até 300 miligramas de colesterol por dia, mas um único ovo contém 273 miligramas da substância.
È normal ouvir as pessoas comentarem que existe um colesterol “bom”, o HDL, e um “mau”, o LDL. Na verdade, só há um colesterol. Acontece que ele não circula pelo nosso corpo sozinho, sendo transportado por dois tipos de lipoproteínas, moléculas que combinam proteínas com lipídeos (gordura). Uma delas é o tal LDL, abreviação em inglês para “lipoproteína de baixa densidade”. Ele é considerado “mau” pois leva o colesterol do fígado para os tecidos, onde o excesso desse álcool pode entupir as artérias. Já o HDL, abreviação em inglês para “lipoproteínas de alta densidade”, faz o trabalho inverso, ou seja, recolhe o excesso de colesterol espalhado no sangue e o leva para o fígado, que irá reaproveita-lo.
Os especialistas recomendam que a soma das lipoproteínas que transportam colesterol n o organismo não passe de 200 miligramas por decilitro de sangue (200 mg/ dl). Porém, é importante também verificar como esse total está dividido. “O ideal é ter um valor de LDL abaixo de 100 mg/dl e HDL acima de 40”, diz a nutricionista Maria Ayako Kamimura, da Unifesp.
Quanto tempo uma pessoa pode ficar sem dormir?
O número de horas é bastante variável e difícil de ser avaliado cientificamente. “ No livro dos recordes, o máximo alcançado foi de 164 horas”, diz o neurologista Flávio Alóe, do Centro para Estudos de Sono do Hospital das Clínicas da USP.
Mas um dos casos mais lembrados pelos especialistas é de um estudo, realizado em 1935, no qual um jovem de 24 anos dormiu pouco mais de cinco horas durante um período total de quase dez dias. “Ele acreditava que o sono era apenas um hábito e portanto, poderia ser interrompido sem detrimento à saúde”, diz a biomédica Deborh Schecki, da Universidade Federal de São Paulo (UnifespP). A partir do quarto dia, o sujeito tornou-se cada vez mais confuso e irracional. Ele não lembrava mais onde estava, passou a apresentar delírios e ficou tão intratável que o projeto foi interrompido. Também, pudera, o tal jovem partiu de uma ideia errada.
O sono é essencial para diversas atividades e funções orgânicas do nosso corpo. Tem papel fundamental, por exemplo, na capacidade de aprendizado e no processo de consolidação da memória. Também atua no amadurecimento do sistema nervoso, por isso as crianças precisam dormir mais horas que os adultos. É impossível ficar alerta por muito tempo sem ter episódios breves chamados de microssonos. "Às vezes, isso pode ocorrer num piscar de olhos mais prolongado”, diz Flávio. Nessa situação, as ondas cerebrais partem para um rítimo misto de sono e vigília, mesmo que a pessoa esteja aparentemente acordada. É o que provavelmente acontece com os participantes do quadro “Guerra do Sono”, apresentado por Luciano Huck na TV Globo. Nele, ganha quem ficar mais tempo acordado. Estudos já mostraram que jovens saudáveis submetidos a um período de sono de quatro horas diárias por seis dias consecutivos apresentam aumento da pressão arterial, da frequência cardíaca e dos níveis de glicose no sangue. “Essas alterações são semelhantes às características de muitos idoso e forma interpretadas pelos pesquisadores como se a restrição prolongada ao sono transformasse o organismo jovem em idoso”, diz Deborah.
13 de set. de 2011
Os benefícios do beijo para o bem-estar
Um só minuto de beijo e, no entanto, quantos segundos de espanto! A frase é de Vinicius de Moraes, mas a sensação descrita é compartilhada pela maioria das pessoas. Será possível explicar racionalmente o que um gesto tão instintivo provoca dentro do organismo? Vale a pena ouvir o que os especialistas têm a dizer.
"O beijo é um ato que faz o indivíduo se lembrar inconscientemente da amamentação, um período de entrega total. Por isso, traz conforto e confiança", avalia o ginecologista e sexólogo carioca Amaury Mendes Júnior. Para a psiquiatra Carmita Abdo, da Universidade de São Paulo, ele faz parte de uma espécie de iniciação no mundo. "A boca é o principal órgão da comunicação e aprendemos desde cedo a demonstrar afeto por meio do beijo", diz.
Nos últimos anos, a ciência se debruçou sobre o legítimo boca a boca e busca enxergá-lo inclusive como um mecanismo de perpetuação da linhagem. O homem prefere beijos molhados, por exemplo, porque tentaria lançar mais testosterona, o hormônio do apetite sexual, no corpo da mulher, despertando seu desejo. Corre uma hipótese de que o macho poderia até mesmo inferir a quantidade de estrogênio na saliva da fêmea, indício de fertilidade e boa prole.
Também se investiga como o beijo interfere no cérebro e proporciona bem-estar. Um estudo da neurocientista Wendy Hill, do Lafayette College, nos Estados Unidos, constata que o encontro bucal aumenta a produção de ocitocina, o mesmo hormônio que instiga vínculos entre o bebê e a mãe. "O beijo aplaca o estresse e faz liberar endorfinas, substâncias por trás da sensação de tranquilidade", diz Carmita.
Para Mendes Júnior, as carícias entre os lábios são ainda um indicativo de uma vida sexual saudável. "Quando um casal não se beija, a relação já não tem o mesmo afeto", afirma. Por outro lado, parceiros que investem em beijos mais calientes têm maiores chances de garantir ou resgatar a qualidade do bem-bom. "Esse ato é marcado por uma sensação erótica, já que as mucosas da boca são muito enervadas e vascularizadas, só perdendo para os genitais", explica. Dá para entender, portanto, por que a troca de saliva estreita os laços e aumenta a autoestima entre o casal. E você há de convir que não existe melhor presente para quem quer ser eternamente namorado.
Curiosidades...
• 26 calorias é quanto se gasta, em média, em um beijo de língua de um minuto.
• Até 150 batidas por minuto é quanto acelera o coração durante um beijo.
• 800 é o número aproximado de tipos de bactéria que habitam a boca humana.
• 29 músculos na boca e no pescoço permanecem em movimento ao longo de um beijo.
FONTE: http://mdemulher.abril.com.br
12 de set. de 2011
Chocolate ajuda a emagrecer
Há algo de misterioso no reino da Dinamarca, mais especificamente no Departamento de Nutrição Humana da Universidade Real de Copenhague. Seu chefe, o médico Arne Vernon Astrup, conduziu um estudo em que avaliou uma propriedade pouco conhecida do chocolate amargo, a de promover a saciedade. Ou seja, aplacar a fome.
O dinamarquês dividiu voluntários em dois grupos. Um deles ingeria logo pela manhã uma pequena barra de chocolate amargo e o outro, a versão ao leite. Quem comeu o tipo amargo consumiu menos calorias ao longo dos dias, conta o endocrinologista Márcio Mancini, que coordernou a mesa da qual Astrup participou. Em bom português, parou, por exemplo, de beliscar entre as refeições.
Aqui no Brasil, a nutricionista Vanderlí Marchiori já receita o chocolate amargo para quem precisa controlar o apetite. Recomendo de 30 a 40 gramas para o lanche do meio da manhã, revela. Dar chocolate para esses indivíduos é algo transgressor. Explica-se: é como se eles estivessem incorrendo num comportamento socialmente incorreto. Mas essa gente dá um basta nas guloseimas e passa a comer menos. O porquê desse efeito ainda é incompreendido. Existe a suspeita de que ele ocorra graças a substâncias do alimento que agem como as anfetaminas, suprimindo a vontade de comer. Vamos aguardar, então, mais notícias da Dinamarca.
Assinar:
Postagens (Atom)




